A escolha de um agitador industrial não termina na definição da potência do motor ou da capacidade do tanque. Para que o equipamento entregue o resultado esperado, é necessário compreender como o produto se comporta em movimento e qual padrão de circulação deve ser criado dentro do recipiente.

Viscosidade, densidade, reologia, temperatura e sensibilidade ao cisalhamento interferem diretamente na eficiência da mistura. Esses fatores também influenciam o tipo de impelidor, a rotação, o torque, a posição do equipamento e a necessidade de utilizar um ou mais elementos de agitação.

Um sistema mal dimensionado pode até movimentar o produto próximo às pás, mas deixar outras regiões do tanque com pouca circulação. Como consequência, podem surgir diferenças de concentração e temperatura, sedimentação, tempos de processo mais longos e consumo de energia acima do necessário.

Por isso, entender a relação entre as características do produto e a engenharia do agitador é fundamental para alcançar homogeneização, transferência térmica e repetibilidade operacional.

Antes de aprofundar essas variáveis, veja como escolher o agitador industrial de acordo com as condições do processo  na primeira parte deste artigo. Acesse AQUI.

POR QUE A VISCOSIDADE INFLUENCIA NA ESCOLHA DO AGITADOR?
A viscosidade representa a resistência de um produto ao escoamento. Em termos práticos, indica o nível de dificuldade para colocar esse material em movimento dentro do tanque.

Quanto maior a viscosidade, maior tende a ser o esforço necessário para criar circulação em todo o volume. Em líquidos pouco viscosos, a energia transmitida pelo impelidor se distribui com mais facilidade. Já em cremes, pastas e produtos concentrados, o movimento pode permanecer restrito à região próxima às pás.

Nessas situações, partes do produto podem se movimentar, enquanto outras permanecem praticamente paradas. São as chamadas zonas de baixa circulação ou zonas de estagnação.

Esse problema pode provocar:

  • diferenças de concentração dentro do tanque;
  • aquecimento ou resfriamento desigual;
  • aumento do tempo de homogeneização;
  • sedimentação de partículas;
  • aderência do produto às paredes;
  • maior esforço sobre o motor e o conjunto mecânico;
  • dificuldade para repetir os resultados entre lotes.

A viscosidade, portanto, não deve ser analisada como um número isolado. É necessário entender como ela se relaciona com temperatura, velocidade de agitação, geometria do tanque e comportamento do produto ao longo do processo.

O QUE O NÚMERO DE REYNOLDS INDICA NA AGITAÇÃO INDUSTRIAL
O número de Reynolds é um parâmetro utilizado pela engenharia para avaliar a relação entre as forças de inércia, responsáveis pelo movimento do fluido, e as forças viscosas, que oferecem resistência ao escoamento.

No dimensionamento de agitadores, essa relação considera fatores como:

  • viscosidade;
  • densidade;
  • velocidade de rotação;
  • diâmetro do impelidor.

A partir dessa análise, o escoamento pode apresentar comportamento predominantemente laminar, de transição ou turbulento.

No regime laminar, comum em produtos mais viscosos, as camadas do material tendem a se movimentar de maneira mais ordenada e com menor mistura entre regiões distantes. Por isso, apenas aumentar a velocidade do agitador pode não ser suficiente para eliminar zonas paradas.

No regime turbulento, mais comum em líquidos de baixa viscosidade, há maior movimentação e interação entre diferentes regiões do tanque. Ainda assim, uma turbulência excessiva também pode gerar efeitos indesejados, como formação de vórtice, incorporação de ar, espuma e consumo desnecessário de energia.

O objetivo da engenharia não é gerar o máximo de turbulência possível, mas criar o padrão de circulação adequado para cada processo.

POR QUE AUMENTAR A ROTAÇÃO NEM SEMPRE MELHORA A MISTURA?
É comum imaginar que um agitador mais rápido produzirá uma mistura necessariamente mais eficiente. No entanto, essa relação não é automática.

Dependendo das características do produto e da geometria do equipamento, o aumento da rotação pode apenas elevar:

  • o torque exigido;
  • o consumo de energia;
  • a temperatura do produto;
  • a vibração;
  • o desgaste de eixos, mancais e vedações;
  • o risco de formação de espuma;
  • a incorporação de ar;
  • o cisalhamento aplicado ao material.

Alguns produtos podem ter sua estrutura, textura ou estabilidade prejudicada quando submetidos a um cisalhamento acima do necessário. Em outros casos, o agitador cria uma região de movimento intenso perto do impelidor, mas não consegue estabelecer uma circulação eficiente no restante do tanque.

O desempenho depende da combinação entre rotação, diâmetro, geometria e posição do impelidor. Por isso, potência e velocidade devem ser tratadas como partes de um sistema, e não como critérios isolados de escolha.

COMO O COMPORTAMENTO REOLÓGICO AFETA O SISTEMA DE AGITAÇÃO
A reologia estuda como os materiais se deformam e escoam quando submetidos a forças. Essa análise é especialmente relevante para produtos cuja viscosidade muda durante a mistura, o bombeamento ou o processamento.

Fluidos newtonianos
Apresentam viscosidade relativamente constante quando mantidos na mesma temperatura, mesmo com mudanças na intensidade da agitação.

Água, óleos leves e algumas soluções simples são exemplos comuns. Nesses casos, o comportamento do produto tende a ser mais previsível durante o dimensionamento.

Fluidos pseudoplásticos
Tornam-se menos viscosos quando submetidos a maior cisalhamento. Em outras palavras, ficam mais fluidos enquanto são agitados ou bombeados.

Esse comportamento pode ocorrer em:

  • cremes;
  • tintas;
  • molhos;
  • soluções poliméricas;
  • produtos cosméticos.

Quando a agitação é interrompida ou reduzida, o produto pode recuperar parte de sua viscosidade.

Fluidos dilatantes
Apresentam o comportamento contrário: sua resistência ao escoamento pode aumentar à medida que o cisalhamento se eleva.

Nesses casos, um aumento excessivo da rotação pode elevar rapidamente o torque e a carga aplicada ao agitador.

Produtos com tensão de escoamento
Precisam receber uma força mínima antes de começar a fluir de forma significativa.

Abaixo dessa tensão, o material pode se comportar como um sólido ou permanecer praticamente imóvel. Acima dela, passa a escoar.

Esse comportamento é encontrado em diferentes pastas, géis, suspensões concentradas e produtos com elevada carga de sólidos.

Por isso, informar apenas uma viscosidade medida em laboratório pode ser insuficiente. A engenharia precisa saber:

  • em qual temperatura a medição foi realizada;
  • qual equipamento e método foram utilizados;
  • qual era a taxa de cisalhamento;
  • em qual etapa do processo o produto se encontrava;
  • se a viscosidade muda durante aquecimento, resfriamento ou reação.

Essas informações ajudam a evitar que o agitador seja projetado a partir de uma condição que não representa a operação real.

COMO FLUXOS, IMPELIDORES E POSIÇÕES DE INSTALAÇÃO AFETAM A AGITAÇÃO?
Não existe um único modelo capaz de entregar o melhor desempenho em todos os processos. A configuração precisa acompanhar o objetivo da operação, as características do produto e a geometria do tanque.

Para compreender as alternativas, é importante diferenciar três aspectos do sistema: o padrão de fluxo criado dentro do tanque, a geometria do impelidor e a posição de instalação do agitador.

-Padrões de fluxo dentro do tanque-

Agitadores de fluxo axial
Os agitadores de fluxo axial são frequentemente avaliados quando o objetivo é promover circulação entre a parte superior e a região inferior do tanque.

Esse padrão de movimento pode favorecer:

  • homogeneização de líquidos;
  • redução de gradientes de concentração;
  • distribuição de temperatura;
  • suspensão de partículas;
  • circulação global do produto.

O desempenho depende da geometria do impelidor, de seu diâmetro, da velocidade e da posição em relação ao fundo e ao nível do líquido.

Em processos com partículas sólidas, também é necessário considerar densidade, tamanho, concentração e velocidade de sedimentação.

Agitadores de fluxo radial
Os agitadores de fluxo radial direcionam uma parcela relevante do movimento em direção às paredes do tanque.

Essa configuração pode criar maior intensidade de mistura na região próxima ao impelidor e ser avaliada em processos que exigem:

  • dispersão;
  • contato entre diferentes fases;
  • quebra de aglomerados;
  • maior ação localizada;
  • determinado nível de cisalhamento.

Entretanto, o cisalhamento deve ser compatível com o produto. Uma intensidade excessiva pode provocar degradação, aquecimento, formação de espuma ou incorporação indesejada de ar.

Pequenas mudanças na geometria das pás podem alterar significativamente a velocidade do fluido, o consumo de potência e a qualidade da mistura.

Fluxo tangencial
No fluxo tangencial, o produto tende a girar ao redor do eixo do agitador. Quando esse movimento predomina, pode ocorrer a formação de vórtice e uma renovação insuficiente entre diferentes regiões do tanque.

Chicanas corretamente dimensionadas podem ajudar a reduzir esse movimento rotacional e direcionar parte da energia para uma circulação mais eficiente.

-Geometrias para produtos de maior viscosidade-

Impelidores do tipo âncora ou fita helicoidal
Impelidores do tipo âncora e fita helicoidal são alternativas comuns para produtos de maior viscosidade ou baixa capacidade de circulação.

Como trabalham com pequena folga em relação às paredes, ajudam a movimentar o material em regiões que poderiam permanecer praticamente paradas com outros tipos de impelidores.

Essa característica também pode favorecer a transferência térmica, pois renova a camada de produto em contato com a parede aquecida ou resfriada do tanque.

Conforme a aplicação, o sistema pode receber raspadores para:

  • reduzir a aderência do produto;
  • evitar acúmulos;
  • melhorar a troca térmica;
  • facilitar o escoamento;
  • diminuir diferenças de temperatura.

-Posições de instalação do agitador-

Agitadores de entrada lateral
Agitadores de entrada lateral podem ser avaliados em tanques de grande volume, especialmente para manter a homogeneidade durante o armazenamento ou reduzir a sedimentação.

Nesse tipo de configuração, a posição, o ângulo e a direção do equipamento precisam ser cuidadosamente definidos. O fluxo criado deve percorrer o tanque de maneira eficiente, evitando regiões isoladas.

A interação com bocais, serpentinas, chicanas e outros elementos internos também precisa ser considerada no projeto.

Agitadores de fundo
A montagem no fundo pode atender processos que exigem determinadas condições de circulação ou que apresentam restrições de espaço na parte superior do tanque.

Essa posição também pode ser avaliada em aplicações nas quais é necessário favorecer o movimento nas regiões inferiores do recipiente. A escolha depende da geometria, do volume, da viscosidade e das exigências de limpeza e manutenção.

-Sistemas de transmissão e vedação-

Agitadores magnéticos
Nos agitadores magnéticos, a transmissão do movimento ocorre por meio de acoplamento magnético. Essa configuração pode favorecer aplicações que exigem um sistema hermético e determinadas condições de desmontagem, limpeza e manutenção.

A escolha depende do torque necessário, do volume, da viscosidade e do objetivo da operação.

Portanto, fluxo axial ou radial, impelidores do tipo âncora, instalação lateral e acionamento magnético não representam categorias equivalentes. Cada termo descreve uma característica diferente do sistema, e essas características podem ser combinadas de acordo com as exigências do processo.

REFERÊNCIAS INICIAIS PARA AVALIAR O SISTEMA DE AGITAÇÃO
A relação entre o processo e a configuração do equipamento pode ser resumida da seguinte forma:

  • Em líquidos de baixa viscosidade, a prioridade costuma ser criar circulação global. Nesses casos, configurações de fluxo axial podem ser avaliadas.
  • Em operações de dispersão e contato entre fases, pode ser necessário gerar maior ação localizada e cisalhamento, situação em que o fluxo radial pode ser considerado.
  • Em produtos de alta viscosidade, a prioridade é reduzir zonas paradas e movimentar o material próximo às paredes. Impelidores do tipo âncora ou fita helicoidal são alternativas frequentes.
  • Em tanques de grande volume, o alcance e o direcionamento do fluxo ganham importância. Dependendo da aplicação, agitadores de entrada lateral podem ser avaliados.
  • Em processos com maior exigência de hermeticidade, o sistema de transmissão e vedação se torna um critério central. Agitadores magnéticos podem ser uma alternativa, desde que sejam compatíveis com torque, volume e viscosidade.

Essas relações representam apenas uma orientação inicial. A definição final deve considerar o conjunto formado pelo produto, pelo tanque, pelo impelidor, pelo acionamento e pelas condições de operação.

O IMPACTO DA AGITAÇÃO NA EFICIÊNCIA OPERACIONAL
A agitação interfere diretamente no tempo de ciclo, na qualidade do produto, no consumo de energia e na disponibilidade da linha.

Um agitador industrial corretamente dimensionado pode contribuir para:

  • reduzir diferenças entre regiões do tanque;
  • evitar lotes fora da especificação;
  • diminuir o tempo de dissolução ou homogeneização;
  • melhorar o aquecimento e o resfriamento;
  • manter partículas em suspensão;
  • reduzir intervenções manuais;
  • diminuir retrabalho e desperdício;
  • aumentar a previsibilidade do processo.

No entanto, potência instalada não é sinônimo de eficiência. Um sistema superdimensionado pode consumir mais energia e elevar os esforços mecânicos sem proporcionar ganho proporcional de desempenho.

A eficiência deve ser avaliada a partir do trabalho efetivamente entregue ao processo.

QUAIS INDICADORES AJUDAM A AVALIAR O DESEMPENHO DO AGITADOR?
O acompanhamento de indicadores permite verificar se o sistema está alcançando os resultados previstos pela engenharia.

1- Tempo de mistura
Representa o período necessário para que o produto alcance o grau de homogeneidade definido.

Um tempo acima do esperado pode indicar fluxo inadequado, rotação insuficiente, posicionamento incorreto ou incompatibilidade entre o impelidor e o produto.

2- Variação entre amostras
Compara concentração, temperatura ou outra propriedade em diferentes pontos do tanque.

Diferenças elevadas podem indicar que a circulação não está alcançando todo o volume.

3- Consumo específico de energia
Relaciona a energia utilizada com a massa, o volume ou a quantidade produzida.

Esse indicador permite comparar lotes, receitas ou diferentes configurações operacionais.

4- Tempo de aquecimento e resfriamento
Avalia a eficiência térmica do conjunto formado pelo tanque, pelo sistema de troca de calor e pelo agitador.

Um fluxo inadequado junto às paredes ou serpentinas pode prolongar o processo e gerar diferenças de temperatura.

5- Torque e corrente do motor
Ajudam a acompanhar a carga aplicada ao equipamento e possíveis mudanças no comportamento do produto.

Variações inesperadas podem indicar aumento de viscosidade, acúmulo, sedimentação ou problema mecânico.

6- Vibração e temperatura dos componentes
São indicadores importantes para manutenção e confiabilidade.

O acompanhamento dessas variáveis ajuda a identificar desalinhamento, desgaste, sobrecarga e outras condições que podem comprometer o equipamento.

7- Índice de retrabalho ou descarte
Mostra perdas relacionadas a problemas de homogeneização, dispersão, suspensão ou controle térmico.

Quando analisado em conjunto com os dados do agitador, pode ajudar a identificar oportunidades de melhoria.

8- Tempo de limpeza e troca de produto
Representa uma parcela importante da disponibilidade da linha, especialmente em operações com diferentes formulações ou elevada exigência sanitária.

O projeto deve favorecer drenagem, acesso, limpeza e redução de pontos de retenção.

COMO A AUTOMAÇÃO MELHORA O CONTROLE DA AGITAÇÃO
A automação permite programar receitas com diferentes velocidades, tempos, rampas e limites operacionais.

Em um mesmo lote, o produto pode exigir uma rotação inicial para incorporação de matérias-primas, outra velocidade durante o aquecimento e uma condição diferente na etapa final de homogeneização.

Sensores e instrumentos podem acompanhar variáveis como:

  • temperatura;
  • pressão;
  • nível;
  • torque;
  • corrente elétrica;
  • vibração;
  • velocidade de rotação.

O inversor de frequência permite ajustar a velocidade do agitador conforme as diferentes etapas do processo.

Esse controle reduz a dependência de ajustes baseados apenas na percepção do operador e aumenta a repetibilidade, a rastreabilidade e a capacidade de identificar desvios.

A automação também pode impedir que o sistema opere fora de limites previamente definidos, contribuindo para proteger o produto e o equipamento.

COMO VALIDAR O DESEMPENHO ANTES DA FABRICAÇÃO?
A engenharia não deve apenas reunir os dados de entrada do processo. Também precisa transformar essas informações em critérios de dimensionamento, comparação e validação do sistema de agitação.

Essa etapa pode incluir:

  • análise das propriedades do produto nas condições reais de operação;
  • comparação entre diferentes geometrias e posições de impelidores;
  • avaliação de torque, potência e velocidade;
  • verificação do desempenho nos volumes mínimo e máximo;
  • estudo da interação com jaquetas, serpentinas, bocais e chicanas;
  • definição de indicadores e critérios de aceite;
  • integração com instrumentação e automação;
  • simulações fluidodinâmicas.

A Dinâmica dos Fluidos Computacional, ou CFD, permite analisar virtualmente velocidades, padrões de circulação, zonas de baixa movimentação e interação entre o impelidor, o produto e os componentes internos do tanque.

A tecnologia não substitui os dados do processo nem a experiência da engenharia, mas amplia a capacidade de comparar configurações e antecipar limitações antes da fabricação.

Em setores farmacêutico, biotecnológico e de cuidados pessoais, o projeto pode precisar atender a requisitos específicos relacionados a materiais, fabricação, acabamento, inspeção, testes e condições higiênicas. A engenharia também deve avaliar as interfaces do agitador com o tanque, o sistema térmico, as tubulações, a instrumentação e a automação”, afirma Cleber Gonçalves, Diretor Industrial e Financeiro da Kroma.

O DESEMPENHO DA AGITAÇÃO DEVE SER MEDIDO E CONTROLADO
O agitador industrial influencia muito mais do que o movimento visível dentro de um tanque. Seu desempenho interfere na homogeneização, na transferência térmica, na estabilidade do produto, no consumo de energia e no tempo de produção.

Por isso, a escolha deve considerar viscosidade, reologia, densidade, volume, geometria, padrão de fluxo, cisalhamento, condições térmicas, vedação, limpeza e automação.

Quando essas variáveis são integradas desde a etapa de engenharia, o sistema tende a operar com maior previsibilidade, repetibilidade e confiabilidade.

Depois da instalação, indicadores de processo e dados operacionais ajudam a confirmar se a agitação está entregando os resultados previstos. Dessa forma, o desempenho deixa de ser avaliado apenas pela movimentação visual do produto e passa a ser acompanhado com base em tempo de mistura, homogeneidade, consumo de energia, transferência térmica e disponibilidade do equipamento.

Na Kroma, integramos tecnologia e engenharia consultiva para desenvolver agitadores, tanques e reatores em aço inox de acordo com o produto, a geometria e as condições operacionais. Nosso objetivo é transformar o agitador em parte de uma solução integrada de processo”, explica Cleber Gonçalves.